Primeiro texto a gente nunca esquece!
- Simone Oliveira
- 19 de jan. de 2023
- 2 min de leitura
Uma das minhas paixões quando estudante lá nos anos 80 era escrever, não as frases de repetição nos cadernos de caligrafias que eram utilizados por muitos professores como castigo. Lembro até hoje do dia em que tirei 100 em uma redação, dissertei sobre o dia das mães, que para mim sempre foi um assunto difícil de lidar, em outra oportunidade explico os motivos.
Um pouco mais tarde eram os diários, cadernos de perguntas que hoje poderia estar em museus que nossas crianças e adolescentes iriam pensar, ou se expressar espanto através de " Aí MDS"o qual o seu significado é a abreviação de "Meus Deus".

Porque voltar a escrever cartas?
O tempo passou e a tecnologia invadiu como um tsunami impossibilitando que a paixão sobrevivesse.
Filmes como Central do Brasil em que a personagem principal ganhava a vida escrevendo cartas para pessoas analfabetas na estação de trem Central do Brasil, no Rio de Janeiro.
Se fosse hoje, em vez de folhas de papel, caneta e envelopes seria um tablet, celular ou notebook e a pergunta principal, qual o seu email para enviar?
Proponho uma reflexão, o que você pode fazer para mudar essa perspectiva?
Pensou?
Segue uma dica pessoal.

Dica:
Mesmo que a praticidade te chame para digitar, pegue seu bloco de notas, aquele esquecido no fundo da gaveta e transponha
as barreiras. Mas você pode pensar, não tenho um bloco de notas, então, vá as compras!!!
Pratique:
Desenvolva o hábito da escrita
Escreva todos os dias algo para você
Escreva um bilhete para quem você ama
Escreva uma carta para um amigo
Coloque no correio, da forma tradicional
Pergunte para ele o que sentiu ao receber uma carta tradicional
Compartilhe sua experiência
Escreva uma carta para você sobre as conquistas que deseja para sua vida nos próximos cinco anos
Coloque em um envelope e guarde
Leia a carta que escreveu e reflita sobre suas conquistas ou motivos para melhorar

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